Educação Infantil é sinônimo de vivências. É lá que se dão praticamente todas as primeiras aprendizagens e com a rotina estafante que atualmente obriga pais a se distanciarem cada vez mais das crianças, acaba sendo o único lugar onde essas aprendizagens se dão de forma organizada, coordenada e embasada.
A casa dos pais virou um pouco a “casa das avós” de antigamente, onde tudo era permitido, pois afinal, o tempo passado com os netos era tão pequeno que para compensar, a liberdade era excessiva. Não era raro ouvir frases do tipo: “Viu?! Tua avó te estraga!”. Hoje são os pais que tentam compensar a ausência com uma permissividade que se soubessem eles o quanto prejudica os pequenos, estou certa de que jamais o fariam.
A creche virou escola de educação infantil. E não foi apenas o nome que mudou! Mudaram também os objetivos. A visão assistencialista (onde o simples cuidar era o princípio e o fim de qualquer atividade) cedeu espaço a uma coerência de idéias, a propósitos muito mais maduros, a ações embasadas teoricamente e com finalidades muito bem definidas. A “tia” passa a ser educadora, mas nem por isso perde a afetividade. É carinhosa, preocupada, atenta, coerente, criativa, questionadora, incentivadora, possui valores firmes e os passa às crianças e sabe defender seus pontos de vista – a modernidade exige atitude e não raro, educador é um modelo.
Educar é um ato de amor e isso requer doação, propósitos claros, estabelecimento de limites e de valores sociais.
Valorizemos a educação infantil – sua importância é fundamental!
A casa dos pais virou um pouco a “casa das avós” de antigamente, onde tudo era permitido, pois afinal, o tempo passado com os netos era tão pequeno que para compensar, a liberdade era excessiva. Não era raro ouvir frases do tipo: “Viu?! Tua avó te estraga!”. Hoje são os pais que tentam compensar a ausência com uma permissividade que se soubessem eles o quanto prejudica os pequenos, estou certa de que jamais o fariam.
A creche virou escola de educação infantil. E não foi apenas o nome que mudou! Mudaram também os objetivos. A visão assistencialista (onde o simples cuidar era o princípio e o fim de qualquer atividade) cedeu espaço a uma coerência de idéias, a propósitos muito mais maduros, a ações embasadas teoricamente e com finalidades muito bem definidas. A “tia” passa a ser educadora, mas nem por isso perde a afetividade. É carinhosa, preocupada, atenta, coerente, criativa, questionadora, incentivadora, possui valores firmes e os passa às crianças e sabe defender seus pontos de vista – a modernidade exige atitude e não raro, educador é um modelo.
Educar é um ato de amor e isso requer doação, propósitos claros, estabelecimento de limites e de valores sociais.
Valorizemos a educação infantil – sua importância é fundamental!
Lisandra Pioner (Psicopedagoga Clínica e Institucional / Pedagoga)